Terça-feira, Maio 19, 2009

Uma proposta irrecusável



"Nenhum siciliano pode recusar um pedido no dia do casamento de sua filha"

Em 1972, Mario Puzo e Francis Ford Coppola trazem ao mundo a saga de uma familia que iria revolucionar o cinema moderno.

Pouco ou nada se sabia sobre a máfia, sua organização, seus métodos e os estranhos laços de irmandade que faziam das familias criminosas, organizações tão profundas e complexas que até hoje são cercadas de mistérios.

Marlon Brando, no principal papel de toda sua carreira, dá vida a Don Vito Corleone, imigrante italiano que vê na américa o lugar ideal para estabelecer sua familia, criar seus filhos e tocar seus negócios.

O padrinho, como é chamado, é o simbolo do patriarcalismo europeu, a figura central a qual todos recorrem quando a necessidade surge. E é exatamente com uma cena dessas que o filme começa. Durante o casamento de sua filha, Connie, o Don recebe pessoas em seu escritório, pessoas como o agente funerário Bonassera, que clama pela justiça do Don, para que os arruaceiros que agrediram sua filha sejam severamente punidos. Tudo que o Don pede em troca, é a "amizade", um favor, que talvez nem seja a ser cobrado, mas que é sempre bom ter por perto.

As pessoas sabiam bem o que era ficar devendo um favor para o Don...

A familia ainda é composta por "Sonny" Santino, interpretado por James Caan, o filho mais velho e futuro herdeiro da organização.

Fredo (John Cazale), mulherengo e pouco preocupado com os negócios da familia.

Connie (Talia Shire), a filha, com uma queda por homens cafajestes.

Tom Hagen, interpretado pelo ótimo Robert Duval, é o filho adotivo de Don Vito, advogado e "consigliere" do Don.

E finalmente o personagem principal de toda a trama: Michael Corleone, o filho mais novo, herói de guerra, e justamente quem o Don gostaria de ver longe dos negócios, para que ele levasse uma vida normal, americana, mas que o destino mostra ser impossível.

O filme é recheado de personagens memoráveis, Pete Clemenza, capo da família, Luca Brazzi, braço forte do Don, Paulie Gato, Sal Tessio, todos trabalhadores leais dos negócios dos Corleone.

E temos também é claro o outro lado: Virgil "O Turco" Solozzo, gangster envolvido com o tráfico de drogas, Os chefes das outras 4 familias de Nova Iorque: Barzini, Tataglia, Cuneo e Stracci.

Lealdade, traições, conspirações, assassinatos, policiais corruptos. Tudo mostrado numa trama quase que romantica, onde você chega a torcer pelos bandidos. Pois por mais organizado, humano, leal e até utópico que possa paracer, não podemos nunca esquecer que se tratam de criminosos.

Para completar a experiência do filme temos a belíssima fotografia de uma Nova Iorque dos anos dourados, em toda sua elegância, embalados pela magistral trilha sonora de músicas italianas e algumas compostas por Carmine Coppola, pai do diretor.

Contar mais do filme é estragar a surpresa, portanto, corra para a locadora ou loja e pegue o DVD, pois esse filme está na lista dos 10 mais de todos os tempos, com certeza!

Terça-feira, Março 17, 2009

Um líder se faz através de suas decisões



Na minha obsessão compulsiva sobre tudo que se relacione com a Segunda Guerra Mundial, trombei com um excelente filme na TV esses dias.

E justamente por ser um filme feito só para televisão, que não tivemos a oportunidade de conferí-lo por essas bandas antes.

Ike: Contagem para o Dia-D, narra os 90 dias que antecederam a histórica ofensiva aliada contra o exército nazista na Europa, no fatídico Dia-D, invandindo por mar e pelos céus as praias francesas da Normandia, mudando definitivamente os rumos da guerra, que estão melhor explicados no post de baixo.

Nesse filme, o personagem principal é o general Dwight Eisenhower, que comandava as Forças Armadas Americanas durante a SGM. Mais tarde ele viria a ser o 34º Presidente ianque.

Nesses 90 dias, ele teve que tomar a decisão mais difícil da guerra: Mandar centenas de jovens soldados saltarem de aviões sobre as linhas inimigas, sofrendo uma forte bateria anti-aérea, durante a noite, para atrair a atenção do exército de Hitler para o continente, enquanto navios abarrotados de soldados e artilharias faria a abordagem no litoral, agora distraído pelo perigo que caia dos céus.

Se a praia não aguentasse o peso dos tanques, a operação iria fracassar.
Se chovesse no momento dos saltos, praticamente todos os paraquedistas seriam mortos.
Se ventasse mais do que o necessário, os paraquedistas cairiam todos distantes das zonas de aterrisagem, e seriam presas fáceis para os alemães.
Uma ação em conjunto com forças Inglesas e Canadenses, que não se entendiam.

Tudo poderia dar errado, e a decisão de ir em frente cabia apenas à um homem.
E ele tomou essa decisão. O resto é história, literalmente!

Tom Selleck, o eterno Magnum, solteirão ou namorado da Mônica dos Friends, mostra que é muito mais que um cara engraçado de comédias medianas. Interpreta o general Ike com uma imagem austera, uma aura de líder que realmente inspira. Em nenhum momento se acha mais inteligente ou preparado que seus companheiros generais, que o auxiliam com informações para tomar essa decisão. E o vozeirão característico do velho e legítimo Ike.

Um filme de guerra sem disparar uma única bala, sem explodir uma única bomba. E mesmo assim, excelente!
O fato de ter sido produzido para a TV com certeza limitou o orçamento, mas isso fez com que o diretor e os produtores encontrassem formas muito originais de levar esse filme adiante.

Ike: Contagem para o Dia-D (2004)
Dir.: Robert Harmom
Com Tom Selleck

Quinta-feira, Setembro 04, 2008

Irmãos de Armas




"And Crispin Crispian shall ne'er go by,
From this day to the ending of the world,
But we in it shall be remember'd;
We few, we happy few, we band of brothers;
For he to-day that sheds his blood with me
Shall be my brother; be he ne'er so vile,
This day shall gentle his condition:
And gentlemen in England now a-bed
Shall think themselves accursed they were not here,
And hold their manhoods cheap whiles any speaks
That fought with us upon Saint Crispin's day."

Com esse discurso, Henrique V conclama seus homens para a batalha do dia de São Crispin, no romance de Shakespeare Henrique V. A expressão Band of Brothers se tornou lendária: "Nós poucos, poucos afortunados, nós um grupo de irmãos; pois aquele que derramar seu sangue comigo, será meu irmão".

Tom Hanks e Steven Spielberg, produziram a melhor série sobre a Segunda Guerra Mundial, Band of Brothers, baseado no livro que conta a trajetória da Companhia Easy, da 101ª Airborne.

Antes um pouquinho de história. A 101ª Airborne foi a primeira divisão do Exército Americano a realizar missões com paraquedistas, saltando de aviões em pleno campo de batalha, atrás das linhas inimigas. Foram fundamentais na investida aliada contra os nazistas, no dia D, que mudou drásticamente os rumos da guerra.

A história da Companhia Easy (todas as companhias de um batalhão eram divididas por letras, e dessa letra saia o nome da companhia: A-Able, B-Baker, C-Charlie, D-Dog, E-Easy, F-Fox e assim por diante...) é contada através do olhar de todos os seus soldados, majores e tenentes, mostrando todas as missões, laços de irmandade, momentos de tensão, de alegria e de desespero, durante a maior guerra que mundo já viu.

Produzida com um esmero impressionante, e com uma riqueza de detalhes históricos, essa minissérie retrata muito bem o dia-a-dia dos soldados desde seu treinamento até a conquista do Ninho da Águia. Passando pela incrível batalha do dia D, as missões na França, na Holanda, as sangrentas batalhas em Bastogne, Haguenau, Foy, chegando na Alemanha e presenciando as atrocidades dos campos de concentração. Tudo muito real, detalhado, muitas vezes cruelmente detalhado.

Chama a atenção os depoimentos reais dos veteranos da SGM, antes de cada episódio, emocionados, lembrando daqueles dias de luta, e de seus parceiros que tombaram em combate.

O roteiro é cativante, as cenas de batalha são intensas e as histórias de cada soldado são levadas com a mesma importância. Não existiram apenas alguns heróis, mas todos fizeram sacrifícios, unidos, como verdadeiros irmãos.

A série foi premiadíssima no Emmy Awards, o Oscar da televisão americana, e uma sequência é aguardada para 2009, sobre a segunda guerra, só que o cenário será o Pacífico e a luta dos EUA contra o Japão.

Uma das passagens mais emocionantes, durante os depoimentos dos veteranos, que diz: "Meu neto me perguntou: vovô, o senhor foi um herói na guerra? Eu respondi: Não, mas eu servi numa companhia de heróis." É intenso ver esses simpáticos velhinhos de cabeça branca, e imaginar que foram guerreiros, que viveram tudo aquilo de perto.

Boa pedida, procure na locadora ou compre o box com os 10 episódios.

Segunda-feira, Maio 19, 2008

Em busca da Felicidade




Emocionante.

Essa é a palavra que melhor expressa esse filme.

Baseado na história real de Chris Gardner, esse longa nos mostra o quanto a determinação de um homem pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Will Smith interpreta Chris, um vendedor falido que investiu todo seu dinheiro em aparelhos de raio-X obsoletos, sem dinheiro e sem perspectiva.

Como se não bastasse, sua mulher o abandona, cansada da vida sem dinheiro, e ainda por cima deixa Chris com o pequeno Christopher. Juntos eles vão enfrentar a vida sem dinheiro, sem casa, praticamente sem futuro.

Chris percebe um anúncio de uma vaga para estágio em uma operadora de ações financeiras. Está ai a grande chance de sua vida. Mas serão seis meses de treinamento, onde apenas um candidato será eleito. Até lá serão horas de trabalho, sem salário.

Chris tem que tentar vender os poucos aparelhos que lhe restam para poder sobreviver esses seis meses, além de cuidar de seu filho, vesti-lo, alimentá-lo e não deixar a dura realidade afetar o pequeno.

Will Smith tem nesse filme com certeza uma de suas melhores performances, e isso vem se tornando uma constante na carreira desse excelente ator.

O pequeno Jaden Smith, filho de Will na vida real, interpreta Christopher, e consegue tocar o coração de todos que assistem ao filme.

A cena deles dormindo no banheiro da estação de metro é uma das mais fortes, emocionantes e marcantes do cinema, de todos os tempos.

O filme prende a atenção durante cada segundo. Você torce, se desespera, quase sai correndo do sofá para ir ajudar Chris e seu filho a superarem as dificuldades.

Nota 10, simplesmente...
...Emocionante

Terça-feira, Setembro 11, 2007

Os Infiltrados


"Quando se tem uma arma apontada para a cabeça, que diferença faz ser bom ou mal?"

Superei a vergonha de não ter ido ao cinema assistir esse filme no cinema e peguei na locadora.
Duas horas garantidas de diversão, suspense e muitas reviravoltas.

Antes mesmo de ser lançado o filme já gerou uma grande expectativa, afinal não é todo dia que Martin Scorcese reúne Jack Nicholson, Leo DiCaprio, Matt Damon, Mark Whalberg para rodar um filme sobre a máfia de Boston.

Martin e Jack dispensan apresentações, mesmo seus filmes mais fracos são muito melhores que muita porcaria que é lançada ultimamente. DiCaprio parece que aprendeu a lição após se perder na fama de Titanic e passou a selecionar melhor seus filmes, levando a sério esse negócio de ser ator. Que o rapaz era talentoso ninguem duvidava, mas a premissa de "queridinho da américa" ofuscava o talento. Ficou um tempo fora das telonas, estudou, viajou, dirigiu documentários e quando voltou, voltou com tudo, é só olhar a indicação para o Oscar por O Aviador, e as críticas positivas de seus últimos trabalhos.

Matt Damon, que já levou uma estatueta por melhor roteiro com Gênio Indomável, também vem na crista da onda, com sua recente trilogia do agente Jason Bourne, e muitos outros filmes. Sempre uma aposta segura de bom filme.

Mas vamos a película.

Releitura de outro filme, o oriental Conflitos Internos, mas agora ambientado na terra do tio Sam.

O filme conta como funciona a máfia irlandesa em Boston, região conhecida pela forte imigração de irlandeses, tanto que a própria polícia incorporou diversos aspectos da cultura, como as gaitas de fole e os simbolos da Irlanda.

De um lado os mafiosos, do outro a polícia, e o um eterno jogo de gato e rato. Os mafiosos se sentem intocáveis, a polícia sempre a um passo de pegá-los, mas sempre acontece algo.

Na trama, Jack é Frank Costello, chefe do crime em Boston e há muito procurado pela polícia. Matt é Collin Sulivan, garoto que cresceu na zona pobre da cidade e logo cedo se tornou capanga de Frank. Leo é Willie Costigan, também oriundo da zona quente da cidade, filho de carregador de malas e encrenqueiro, vê na polícia a oportunidade de limpar o nome da família.

Frank resolve colocar um espião na policia e Collin passa como um dos primeiros da turma, e logo sobe na corporação. Agora Frank tem olhos e ouvidos na policia.

A polícia sabe que só existe uma maneira de se antecipar aos passos de Costello, e pra isso ninguem melhor que um encrenqueiro nato como Costigan para se infiltrar na organização de Costello, ganhar sua confiança e finalmente prendê-lo.

Muitas reviravoltas, traições, surpresas e todo o jogo sujo que envolve uma investigação sobre o crime.
Com certeza um dos melhores filmes do gênero.

Não vou contar o final pra não estragar a suspresa.

Os infiltrados (The Departed) , de Martin Scorcese
com Leonardo DiCaprio, Jack Nicholson, Matt Damon, Alec Baldwin, Martin Sheen

Segunda-feira, Agosto 27, 2007

Os Simpsons - O filme




"Prometo não fazer download ilegal desse filme!"

Fazer o download ilegal realmente não é uma boa, mas pagar absurdos 15,00 reais para assistir o filme faz a gente pensar no assunto.

Mas vamos ao que interessa, um dos filmes mais aguardados do ano. Simpsons - O Filme.

Antes, uma extensa campanha de marketing inundou todas a mídias possíveis, ousou, inovou e atraiu uma atenção enorme em torno do filme. Desde o site onde você cria seu simpson, lojas Seven Eleven disfarçadas de Kwik-e-Mart, Aviões adesivados, entre outras campanhas.

Todo mundo ficou ouriçado para ver esse acontecimento. Um filme que vem coroar a série de desenhos animados mais duradoura da história. 18 ano vendo Homer e sua turma aterrorizando Springfield e a cultura americana.

Mas ao final dos 120 minutos do filme a impressão que temos é que assistimos um ótimo episódio longo sem intervalos. Nada além disso. É realmente bem engraçado, cheio de passagens bacanas que tiram risadas sinceras de quem assiste. Sem forçar, mas não vai além disso.

Tudo começa com a preocupação da cidade com a poluição no lago Springfield, mas Homer põe tudo a perder, com sua já famosa burrice. A cidade está em perigo, e só uma pessoa poderá salvá-la: essa não! Homer Simpson!

O filme é recheado com piadas e sátiras ao momento atual dos EUA e no mundo, a discussão sobre o meio ambiente, a politica guerrilheira do governo, o desinteresse do povo pela conservação, tudo com o bom humor que caracterizaram a série nesses anos todos. Garante a diversão, mas não sei se vale o ingresso. Talvez esperar pelo lançamento do DVD fosse mais sensato.

A sacada de colcoar Schwarzenegger como presidente foi ótima!

Chama a atenção também da censura ter pegado leve com o filme que abusa um pouquinho mais da linguagem adulta do que o habitual na série regular.

Muitos adoraram, outros gostaram, todo mundo saiu satisfeito e com certeza o filme não deixou a peteca cair.

O único ponto fraco foi a dublagem de Homer, o dublador original da série no Brasil entrou em conflito com as distribuidoras de filme e foi cortado da dublagem. Colocaram outro dublador que tenta imitar o original, mas ficou forçado demais, muito ruim, além de ser as pressas, já que nos trailers, a voz era do dublador original. Uma pena.

Segunda-feira, Julho 23, 2007

Autobots ! Transformar e Rodar!!




Sem dúvida, o melhor filme de ação do ano e um dos melhores de todos!

Para reviver a série clássica de desenhos animados que fez sucesso nos anos 80, uma equipe de peso foi reunida para um projeto que parecia impossível: Transformers!

Michael Bay, Steven Spilberg e os magos da Industrial Light and Magic trouxeram a vida os melhores heróis de ação dos desenhos animados.

O filme é igualmente incrível, robôs gigantes se arrebentando no meio da cidade é tudo que você precisa para se divertir por duas horas. E é tudo tão real e bem feito que você se envolve, torce e se emociona com os enlatados.

Os Autobots e os Decepticons estão numa batalha pelo Allstark, um cubo que transforma todas as máquinas em robôs destruidores. Os Autobots, liderados pelo carismatico Optimus Prime (o clássico caminhão) querem destruir o Allstark para salvar a humanidade. Ele é auxiliado por seus companheiros de batalha: Bumblebee (no desenho um fusquinha e no filme um Camaro, que já explico o porquê); Ratchet (uma ambulância); Jazz (um Pontiac Solstice, no desenho original ele era um Porsche), e IronHide (uma pickup GM Topick).

Do outro lado estão os Decepticons, liderados pelo maníaco e destruidor Megatron, que quer utilizar o Allstark para criar um exército destruidor. Ele conta com seus asseclas Starscream (um caça F-22); Bonecrusher (um veículo militar Bufallo); Barricade (uma viatura policial Saleem Mustang); Devastor (um tanque de guerra); Blackout (um helicóptro SH Pave Low) que ainda leva consigo o terrível robô-escorpião Scorponok; e o pequeno Frenzy, um robozinho espião que pode se transformar em pequenos aparelhos eletrônicos como aparelhos de som e celulares.

As lutas entre os robôs são de tirar o fôlego, tamanha a quantidade de detalhes que cada um possui. A velocidade com que tudo acontece deixa a gente atordoado. Adrenalina do começo ao fim, bem ao estilo Michael Bay.

Mas quem rouba a cena é o garoto Shia LeBeouf, que interpreta Sam, o garoto que ganha seu primeiro carro, um velho Camaro amarelo (adivinhem que é...). Ele interpreta como se os robozões estivessem realmente ali, do lado dele, cria uma amizade com seu carro/robô e dá o tom de humor ideal para o filme.

Destaque para a belíssima Megan Fox, no seu primeiro filme hollywoodiano, após migrar das sitcons americanas.

Muita ação, emoção, humor e muitos clichês que garantem a diversão de crianças e "criançonas" que cresceram com esse desenho e brinquedos.

Agora explicando porque Bumblebee, na série classica era um fusquinha e agora virou um Camaro: A Volkswagem foi contatada para ceder o direito de imagem do Fusca para o filme, mas os diretores "caretas" da companhia não queriam a marca da empresa associada à um filme "violento" (são robôs alienigenas meu Deus!). Nisso a GM abraçou a idéia e recheou o filme com seus novos modelos de automóvel.

Transformers, do diretor Michael Bay e produção de Steven Spielberg.
Nota 10!